sábado, 16 de maio de 2015

Padrões e simplificação

Assim que comecei minha jornada de estudos utilizei-me de vários pensamentos arraigados na mente sobre como se portar frente  situações problema e ao aprendizado em sí.

Com isso, percebi ao longo das experiências que diversas atitudes que eu tomava não eram proveitosas no sentido de obter bom um bom desempenho no aprendizado de qualquer coisa. Isso fez surgir a necessidade de mudança.

Uma dessas mudanças diz respeito à simplicidade das coisas. Tudo possui a tendência de ser complexo e inacessível, assim, nosso trabalho é modelar essas coisas para que se tornem o mais simples e tratáveis quanto for possivel, mesmo que isso implique em perder alguma precisão ou descreva uma situação não totalmente condizente com a realidade ou com o que é costumeiro de se pensar.


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Hipoteses e a realidade

Todas as nossas ações devem ser baseadas em resultados. Isso significa que uma determinada ação deve ser tomada visando um resultado pré-definido e sua repetição deve estar condicionada pelo nivel sucesso na obtenção desse resultado.

Para não ficar tão abstrato, deixe-me exemplificar. Suponha que voce ache que ler um livro sobre resolução de problemas é algo que vai realmente te ajudar a melhorar nessa habilidade.

sábado, 25 de abril de 2015

Ser bom, confiança e treinamento

Bom, hoje fiz um simulado de matemática que me deixou muito feliz em parte e triste em outra. A parte boa é que me diverti muito com uma aposta que fiz tentando dar o meu máximo na prova para poder ganhar o ingresso de os vingadores 2. A ruim é que provavelmente perdi a aposta.

Mas, apostas à parte, percebi três coisas que julgo serem fundamentais nessa jornada rumo ao ita. A primeira delas é ser bom. Isso significa, como a própria frase já explicita, ser de verdade e não apenas achar que é. Assim, nada de fazer uma questão muito difícil e achar que já basta quando na verdade suas habilidades em resolver problemas nem são tão boas assim. Portanto, é importante sempre estar verificando se está melhor, baseando suas análises em resultados concretos e contínuos.

Além disso existe o fator confiança. Sim, isso é de extrema importância e decide seu fracasso ou seu sucesso. Assim, é importante todos os dias fazer questões difíceis e que te dão prazer em resolver, deixando aquele sabor de vitória e de confiança.

Por fim, temos a parte mais importante: Treinamento. Bom, todos sabemos que para fazer algo de maneira adequada e àgil deve-se treinar bastante e continuamente, pesquisando estrategias e materiais que produzam resultados no menor espaço de tempo possivel.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Aprendizados recentes e importantes

Bom, faz Algum tempo que não escrevo devido à preguiça, mas finalmente deixei-a de lado e voltei a escrever.

Passei por muita coisa esses ultimos dias e diversos aprendizados foram agregados à minha caixa de ferramentas. Entre eles, existe um a respeito de como eu lido com desafios. Na verdade, isso não é bem uma característica minha, mas comum a muitas pessoas.

Estavamos na piscina, eu e meus amigos, quando um deles sugeriu que fizessemos uma pequena competiçao de quem resolve uma questao que sera pre-definida. Imediatamente recusei a ideia por pura falta de confiança. Eis o ponto: confiança. Sim, sofro muito com a falta dela, mas sei que isso é normal, principalmente quando suas habilidades em alguma atividade estão ainda em construção.

sábado, 7 de março de 2015

Uma falha não determina sua vida.

Algumas vezes as coisas não saem como esperado. Então, em meio a esse ambiente de falhas, é frequente relacionarmos esse fracasso pontual com um possível status de fracassado pro resto da vida.

As experiências diárias, no entanto, me mostraram que esse pensamento destrutivo não se justifica, pois falhar em alguma coisa significa, somente, que minha habilidade naquela determinada atividade precisa ser melhorada.

Assim, por exemplo, tirar nota ruim no simulado de física não significa que não se possui capacidade de aprender corretamente e resolver problemas, mas que suas habilidades em física precisam ser melhoradas.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

O ato de resolver problemas

Uma certa feita, um amigo que participou de olimpiadas de física e que chegou ao nivel internacional me disse que aprender a resolver problemas é como subir uma escada. Primeiro, aprende-se uma ideia muito simples, depois, ideias mais sofisticadas que, de alguma forma, sustentam-se nas mais simples. À medida que se vai aprendendo novas ideias deve-se utilizá-las em problemas cada vez mais difíceis.

Assim, pode-se compreender que as ideias possuem um papel fundamental na resolução de problemas. Para ilustrar esse ponto, podemos comparar a solução de um problema a uma construção. As ideias são os tijolos dessa construção. Mas, um conjunto de tijolos não se forma sozinho e, além disso não garantem, por simplesmente estarem juntos, a existencia de uma construção.

Dessa forma, temos alguns aspectos a considerar na hora de se resolver um problema. O primeiro deles é o tijolo em si.

Não é possível construir todos os tijolos, ou seja, não é possível ter todas as ideias do mundo:

Frequentemente o orgulho me ataca e me faz querer pensar em um problema muito difícil por horas sem recorrer a qualquer dica. O pensamento por trás dessa persistencia é de que eu sou inteligente o suficiente para descobrir a ideia do problema mesmo que ele seja diferente de tudo o que eu já vi, fazendo com que as chances de eu conhecer todas as ideias necessárias para sua resolução sejam poucas. Por exemplo, no simulado de matemática, fiquei pensando em uma questão de complexos por muito tempo e, quando finalmente me cansei e olhei a solução, percebi que ela usava uma ideia que eu não estava acostumado a considerar na hora de resolver um problema.

Assim, é importante ser humilde para poder progredir. Deve-se, sempre que possível, ler a solução dos problemas procurando identificar as ideias principais e fazer um roteiro de possíveis raciocinios que levariam a ter aquela ideia.

O segundo aspecto é saber como usar os tijolos e como combiná-los para gerar as mais diversas construções:



terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Sobre como minha visão do ato de resolver problemas mudou

Há alguns problemas que não conseguimos resolver ou resolvemos de uma maneira extremamente desesperada. Naturalmente, outras pessoas conseguirão resolver esses problemas de alguma forma mais simples ou, pelo menos, resolvê-lo.

A questão é que isso é muitas vezes desconfortável e, para uma mente competitiva, essa situação representa uma derrota. Entretanto, ponderando um pouco sobre o processo de resolução de problemas, pude perceber que qualquer forma de resolver um problema é válida e que pensamentos de inferioridade não se justificam, uma vez que certos caminhos tomados somente indicam a maneira usual de uma pessoa pensar sobre certos assuntos. Para exemplificar isso, considere um problema de física que envolve o trabalho de uma força variável. Um estudante que possui conhecimentos de cálculo e costuma associar esse tipo de problema a técnicas de resoluçao usando essa ferramenta matemática, seguirá, provavelmente o caminho da integração. Um outro estudante que possui uma outra visão do assunto poderá tentar outras abordagens como, por exemplo, fazer um gráfico. A questão é, então, como uma pessoa pensa sobre um determinado assunto determina o caminho de suas soluções.

Evidentemente, algumas soluções são mais curtas ou mais perspicazes,  mas isso não significa superioridade ou inferioridade. Significa somente que as pessoas pensam diferente sobre o mesmo assunto e que cada uma consegue, a seu modo pensar sobre os problemas que são propostos. Entretanto, acredito que a flexibilidade e a versatilidade constituam habilidades notáveis, uma vez que isso implicaria mais caminhos no momento da resolução dos problemas e maior probabilidade de sucesso.